terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Troca de time, doces, amendoins, pitis e sabotagem... Cozinha sob pressão!
Demorou mais vortei, povo! Passei o fim de semana com um pé parecendo um ciabata, uma dor da peste por causa de um tombaaaasssso, mas como vaso ruim não quebra... Ói nóis aqui travêizzzz... hahaha!
Bom, o Cozinha sob Pressão desse último Sábado, 29 de Novembro, foi dramático! Pela troca de equipes, principalmente. Já que o time azul ficou com apenas 3 participantes, uma das gurias foi sorteada para trocar de equipe, e sobrou para ninguém menos do que... Derileeeusaaa!! Ô coitada! E lá foi a dona doida integrar a equipe dos bonitinhos. A recepção foi calorosa, os caras deram boas vindas, ficaram contentes com ela no time!
Feita a troca, desafio inicial à vista! Sobremesa! EEE! Açúcar, moçada!
E assim começa: foram fornecidos recipientes de diferentes tamanhos e formatos, e açúcar. Os cozinheiros teriam que encher um recipiente à sua escolha com o ingrediente, deduzindo que daria um determinado peso que Bertz diria para cada dupla de competidores. Quem reproduzisse o peso, ou chegasse mais perto, ganhava. Quem vencesse iria poder escolher a sobremesa que os dois iriam fazer. Seriam as opções: crepe doce, merengue de morango, petit gâteau, cocada, e arroz doce. Começa com Arthur, escolhido pelo time azul, vencedor do último desafio, e ele escolhe desafiar Bia. Ele vence, e decide que a dupla fará petit gâteau. Marcel vence Carol, e se decide por merengue. Daniele vence Marcelo, e escolhe fazer crepe doce. Derileusa vence Samara, e escolhe a cocada, como boa baiana que é.
Todos para as cozinhas! O tempo dado aos competidores foi de 1 hora e meia. Já tinha fófi na cozinha azul se sentindo muuuito seguro - leia-se Marcel! Os mocinhos pareciam felizes com a presença de Derileusa na equipe. Na cozinha vermelha rolava uma certa insegurança por causa da falta das receitas para fazer os doces, e também cooperação com as gurias dando dicas umas para as outras.
É lógico que rolou confusão e correria, como sempre. Bia, por exemplo, na pressa, trocou o açúcar pelo sal e colocou-o para caramelar! Como nada acontecia, ela se ligou, e recomeçou do jeito certo, rindo muito da marcada. Ai ai! E com tanto açúcar pela frente, tinha fófi perguntando onde é que estava o ingrediente... Samara se atrapalhava para fazer a cocada, misturou ovo... eita! Daniele fazia seus crepes, e pelo que eu ví ia dar crepe mesmo! Achei a massa grossa demais...
Na cozinha dos azuis, Marcel ajudava Arthur com a receita do petit gâteau, Marcelo fazia crepe Suzette - na minha opinião a sobremesa pode ser tradicionalíssima, mas é muito óbvia, nada criativa para uma competição. Enquanto isso, Derileusa mandava bala na sua cocada, e os mancebos que experimentaram elogiaram demais! Marcel, muito seguro e confiante com sua sobremesa caprichada, tinha certeza de que ia detonar...
Foi! Acabou o tempo, hora do vamos ver! E uma coisa eu posso dizer: o povo alí tem mesmo as manhas de montar, empratar. Achei o visual geral muito bom meeesmo! Ai que vontade de comer um docinho, gente!!
Começando pelo Petit Gâteau, Arthur e Bia levaram seus pratos para Bertolazzi avaliar. Bia usou chocolate 70% e completou com um tartar de morango e calda de caramelo. Arthur fez o bolinho clássico, também com chocolate 70%. O tartar de Bia fez a diferença, e ela venceu. Marcel, inconformado, já aparece na gravação dos bastidores começando a descer a boca. E posso adiantar que esse foi só o começo dos pitis do fófi. Arthur aceitou melhor a derrota... É, mais ou menos, vá...
O ninho de merengue de chocolate de Carol veio caprichado, com suspiro dentro, morangos com vinagre balsâmico, e caramelo com avelã. Marcel já adiantou lá nas gravações que era pra fazer merengue de morango e Carol chegou com uma pavlova... Aff... Eu chamaria aquela reação de des-pei-to, tá, meu bem? Marcel trouxe seu merengue com calda de vinho, chantilly de vanila, morango e caramelo cristalizado. Achei bonita, sim, bem montada, visual bacana... mas um tem que ser melhor, né?! Venceu o merengue de Carol, sob a testa franzida e olhar de desdém de Marcel, o bicudinho inconformado.
A primeira cocada da vida de Samara, mole, de forno, lembrou mais um quindim. Ela tentou, vá... Acrescentou uma redução de balsâmico com morango. O ovo não "ornou", não, mas até chegou a agradar... Já Derileusa acertou na mão e incrementou a sobremesa tradicional com uma farofa de nozes crocante. A dona doida ganhou parabéns e venceu.
Marcelo e Daniele chegam com seus crepes. A sobremesa de Daniele tinha recheio de damasco e nozes. Marcelo levou o termo "tradicional" bem ao pé da letra, nada criativo, mas o Chef Bertz não conseguiria comer toda a sobremesa de Daniele, estava muito sem graça. Marcelo venceu porque a sobremesa do fófi estava saborosa. Eitaaa!! Empatou...O critério de desempate foi a melhor sobremesa, e Bertz não teve dúvidas para eleger a de Carol.
Dá-lhe Marcel a resmungar, reclamar...
A equipe vermelha ganhou, e as gurias ganharam uma ida a um show de stand up, além de um bolo que estava com uma cara bacanérrima! Elas quiseram dividir o bolo com a outra equipe, mas foi difíííícil convencer certos fófis azuis alí, viu? A equipe perdedora teria que descascar 25 kg de amendoins!! Além de ter as cozinhas para limpar. Lá vaaaai Marcel véio! Hahahaha! Doido da vida, "P" da cara, reclamando, querendo sair, não parou de reclamar um minuto! Arthur também não estava satisfeito, e chegou a declarar que havia protecionismo com Carol. Foi o Ó do borogodó os perdedores reclamando, se recusando a comer o bolo... Marcel disse para o Chef Giggio que não iria descascar UM amendoim, reclamou mais, chamou a situação de ridícula... AFFF!
E lá foram as gurias vermelhinhas rir muito, e saborear a vitória, descontrair.
Outro dia, outros 500. E o mesmo Marcel emburrado... Participantes familiarizando-se com o cardápio do jantar, decidindo quem faz o que, e Marcel afirmando que queria sair. Nó!
Destaque para um "conversê" entre Arthur e Marcel, em que o primeiro pedia para o outro não colocar o sal no açúcar e o açúcar no sal... e Marcel garantindo que não, não ia fazer aquilo, rindo. Detalhe bem importante essa conversinha!
Momento do Chef Carlos Bertolazzi passar as instruções para o serviço daquela noite, e os últimos avisos às equipes. Ele diz que àquela altura os cozinheiros estão mais entrosados, e deixa bem claro que não vai admitir corpo mole, e que só vai ficar quem quiser mesmo mostrar que é o melhor.
Todo mundo sabe que um serviço bom depende do trabalho em equipe, e muito embora apenas um saia vencedor numa competição assim, é o desempenho em equipe que determinará quem fica e quem sai, até que haja apenas O vencedor. Ora... com um Marcel mal-humorado, pentelhando, reclamando, e decidido a agir como um gurizinho mimado e emburrado no grupo, quem é que precisa de, por exemplo, um ovo podre na omelete? Né?? No meu ponto de vista, daqui da minha poltroninha, vejo a equipe azul em desvantagem, não só porque foi a que teve mais baixas até agora, mas também porque deu a "sorte" de contar com elementos com maior tendência a "causar". Posso estar errada, mas é o que tenho visto desde o começo da competição. A própria Derileusa, uma que mesmo meio calada, acabava causando atritos na equipe das gurias, acaba de se mudar, de mala e cuia, para a equipe azul. Aí está...
Para o serviço do episódio, Bertz chama Samara e Arthur para liderar as equipes. O carequinha ligeirinho escolhe Marcel para ficar nas entradas, Derileusa nas massas, e Marcelo no prato principal. Samara decide que nas entradas fica Carol, nas massas fica Bia, e Daniele nas carnes. Bertz afirma ainda que os líderes também podem trabalhar nas praças.
Abrem-se as portas do Cozinha sob Pressão, e logo o serviço entra em andamento. Arthur já parte para dar mais instruções para Marcelo, e logo começam a sair algumas entradas. A primeira pisada na bola, nada muito grave, é portanto de Marcel, que estava pouco se lixando para o fato do molho ter escorrido pelo prato, e afirmava que ia soltar os pratos do jeito que ele achava que tinha ser e pronto, continuando com a mesma postura emburrada, querendo sair do programa... Já viu né??
As comandas são em bom número, os clientes querem a carne em pontos diferentes, é hora de prestar atenção pra não fazer caca. Samara parecia bem no controle, e havia escolhido as praças certas para cada fófi. A cozinha vermelha parecia seguir suave...
Arthur, que pelo que eu tenho visto é um bom líder, um cara que tem isso na personalidade, comandava com segurança o povo da cozinha azul. Destaque para Derileusa que não sabia o nome da massa que estava preparando, segundo ela, "o nome que ele deu pra massa"! Aaaai Derileusa! Figuraça! Arthur elogiou a fófi na gravação dos bastidores, dizendo não entender por que é que queriam tanto manda-la embora no grupo vermelho. Segundo Marcelo isso acontecia por medo, porque "ela manda bem"! Até o pentelhinho Marcel estava curtindo a presença da Deri no grupo... Ó lá a Derileusa fazendo sucesso gente!! Tá que tá poderóóósa! Hahahaha!
Tudo corria bem nas duas cozinhas, comida saindo, fófis em sintonia... Até que Dani dá início às caquinhas, se esquecendo de colocar mozzarella de búfala no molho que estava fazendo, e mandou o prato com o ingrediente faltando. Resolveu rapidinho, e foi! Na sequência, do lado azul, Marcelo manda uma carne mal passada quando o cliente pediu bem passada. E de novo, mesmo erro. Bertz já está beeem brabo a essa altura. Terceira vez!! E o pior era que Arthur checava antes de sair e achava que o ponto estava certo, e mandava o prato. Agora os gritos do Chef estavam a contento com o título original: Hell's Kitchen! Haahaha!! POSSEEEEESSO! E com razão, né? Ele mesmo disse antes que não admitiria erros. Bertz decide que Marcelo trocaria de lugar com Marcel, indo para as sobremesas, e assim foi. Marcel foi finalizar os pratos de Marcelo. Além da lambança do ponto da carne, Bertz chamou o serviço de buffet, porque já tinha um bocado de carne e peixe selados, esperando para ser finalizados... não é bom, não!
Do lado vermelho, agora! A bendita carne no ponto errado. Dani estava entregando fora do ponto pedido, e levou comida do Chef Betolazzi também. Eita ferro! Segundo Bertz, o ao ponto dela era mal passado, e o mal passado era cru! Naaaassssa... Tá danado, gente!
Va bene, corrigiu-se o erro, com uma ajudinha básica de Carol, e lá se foram os pratos para os clientes.
Bóra pro lado azul, onde Marcel estava sendo elogiado por Bertolazzi pelo serviço das carnes. É só elogiar que o moço acalma, né? Que mimadinho esse mancebo!
As coisas pareciam bem, até que... Façamos um rewind aqui: tão lembrados do detalhezinho que comentei sobre o "conversê" de Marcel e Arthur? Aquele em que "brincavam" sobre colocar o sal no açúcar e o açúcar no sal?? Hahaaaa! Aí está! A cena que ví, e tenho certeza de que muita gente viu o mesmo que eu, mostrava Marcel com a boca bem aberta, rindo, aprontando com o vidro de "açúcar"; ele estava colocando sal na batedeira antes de Derileusa bater o chantily, sim, e estava se divertindo com a própria "arte". Bertz chama o mancebo anarquista e conta que o cliente está dizendo que a sobremesa está salgada. Mas que ator, gente! Com a cara mais lavada do mundo, ele diz que era impossível! Impossível é que ele não tenha feito de propósito! Ele ainda tem a cara de pau de pedir para o Chef experimentar o chantily, e pergunta se está mesmo salgado. Bertz só manda-lhe um "tá de sacanagem comigo", manda Marcel provar o creme, e o cara age como se não tivesse idéia de que estava salgado! O Chef manda tirar todas as sobremesas, visivelmente passado! No instante seguinte ouve-se Arthur dizendo que ele sabia que Marcel ia fazer aquilo... Tsc Tsc Tsc... Que feio... Como é que pode tanta peroba numa cara só hein? E continuou negando, até pro Arthur, que tinha feito de propósito. Arthur "pareceu" desconfiado, a princípio, mas não deixou de dizer para Marcel que achava que ele tinha feito de propósito sim! Eita Marcel... podia ter feito coisas boas no programa, me apronta uma dessas e dá risada... Mente que nem sente! Fica vermelha cara sem-vergonha! Derileusa, pobrezinha, caiu no conto, e não acreditou que o fófi sacaneou. Nem Marcelo. Só que não dá pra ter certeza se o moço não estava agindo na mesma intenção de Arthur, não querendo botar mais pilha. Sabe de nada, inocente! Só que a cena foi passada, repassada e repassada, povo! Tá na cara o que rolou, né? No final das contas, aparece Arthur nas gravações dos bastidores dizendo que acha que Marcel sabotou a sobremesa, e de propósito.
A sobremesa das gurias saiu rapidinho, e o serviço da cozinha vermelha terminou primeiro.
Tenso! Climão no lounge antes de serem chamados pelo Chef Bertz. O babado do açúcar continua sendo o tema da conversa entre todos os participantes, e Marcel continua negando, jurando de pés juntos que não foi por querer, dando desculpas, dizendo que nem estava mais ligando pros 100 mil, que não tinha entrado no programa por causa desse prêmio, etc., etc. Ainda acrescentou que não faria o que o Fabrício fez, de chegar e pedir pra sair. Pois é... ele apronta e mela com o desempenho da equipe pra ser mandado embora do programa e não sair como babaca. OI?! Hahaha! Pior!
Quando reunidos com o Chef, os competidores ouvem sobre como o serviço havia virado um pesadelo, assim, do nada. Bertz conta que quando teve problemas com o ponto da carne em um restaurante recém-inaugurado, ele não teve problema algum em trocar quase que a equipe inteira, se dirigindo bem claramente a Marcelo e Daniele.
Então, o Chef chama Marcel para a frente, pergunta se ele acha que tem capacidade de ir para a final, e de vencer o Cozinha sob Pressão. Marcel responde afirmativamente, e Bertz concorda. Aí o mancebo descreve como aconteceu "o causo da troca do açúcar", disse que tinha sido culpa dele, mas que não tinha sido de propósito... Só que Bertolazzi não tinha bem completado a sua sentença... e finalizou com um belíssimo upper cut, na minha opinião: dizendo que a irresponsabilidade aliada à falta de disciplina do moço tinham-no feito mudar de opinião, e mandou o carinha entregar a dolma. Ha! Dá "Raúki", Bertz!! Marcel foi embora pra casa com um sorrisinho sem-graça e com cara de tampa. Pra completar o episódio, o Chef Bertolazzi avisou que não toleraria mais falhas nem indisciplina. O trampo teria que ser levado a sério, e mesmo que seja descascar um mísero amendoim, tem que fazer, se quiser chegar à final. Curtí, aliás, adorei!
Tô doida pra ver o próximo episódio, povo! E vocês? Esse programa está cada vez mais bacana!
Então, Sabadão tem mais!
Beijinhos e até já! :)
- Aninha
www.cozinhandoideias.com.br
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Infância revisitada, emoções, e carne ao ponto.
O programa dessa Terça-feira, 24 de Novembro, foi emoção de ponta a ponta. Foi complicado para alguns participantes lidar com a carga emocional de ver fotos de infância e relembrar a época, a família. Os competidores tiveram que trazer à baila suas memórias gustativas, enquanto tentavam controlar as lágrimas e se manter focados para cozinhar pratos que fizeram parte das suas vidas. A idéia não era reproduzir os pratos, e sim dar a eles sua personalidade, seu toque pessoal, recriar, fazer uma releitura com os ingredientes que compunham esses pratos de que se lembravam, que comiam quando crianças, quando bem mais jovens.
Já comecei a me emocionar ao ver os cozinheiros se debulhando ao ver as fotos antigas. Os próprios Chefs estavam muito emocionados; Paola e a apresentadora eram duas que tinham lágrimas nos olhos e tentavam manter a pose... Deu até um pouco de pena de alguns alí, como Jaime, que não conseguia se controlar, e chorava muito, dizendo mesmo no depoimento nos bastidores que naquele momento percebeu que não tinha uma referência, uma memória gustativa das comidas de infância. Complicado, né? Durante a prova, Luis contou que tinha problemas até hoje para chorar, que não conseguia faze-lo com facilidade, porque seu pai, que teve um infarto e morreu praticamente nos braços do filho, pediu para que ele não chorasse, e isso acabou ficando marcado no moço. Difícil...
Cecília, que normalmente é durona, não chora à toa, chorou muito enquanto preparava sua comida e dizia para Ana Paula Padrão que queria homenagear sua outra avó.
Não houve excessão, todos choraram, uns mais, outros menos, mas as lágrimas rolaram.
OK, vejamos o que os mancebos decidiram praparar com o jeito de Master Chef para fazer essa viagem de volta às suas infâncias. Lembrando que as instruções foram para que eles cozinhassem algo que iria dar a eles a personalidade dos Chefs que seriam no futuro. Simples e complicado ao mesmo tempo...
Uma hora para cozinhar. Já era bem óbvio que alguns seriam influenciados pela carga emocional, como Jaime, que teve dificuldade para se concentrar e parar de chorar. Talvez até por esse tanto de emoção, o moço se atrapalhou e pegou no mercadinho, por engano, o arroz japonês, e foi salvo por Flávio, que deixou para ele um saco de arroz normal. Flávio decidiu fazer um arroz com carnes e legumes. Helena revisitou o macarrão com frango da infância. Elisa lembrou do pai, fazendo um sanduíche no pão ciabata com alguns ingredientes que ela está acostumada a usar na sua cozinha.
Pode ter parecido para alguns que Jaime estava dando uma de coitadinho, mas acho que não foi o caso... Ele chorava enquanto cozinhava, o que pode sim atrapalhar na execução de um prato. Ele decidiu fazer um picadinho de carne, e relatou que comer carne era luxo em sua infância, e que o tempero da mãe era só cebola e sal... Então, iria incrementar com os temperos que havia conhecido no programa para dar uma cara de Master Chef ao prato.
A conversa entre os Chefs-jurados era exatamente sobre o choro de Jaime, que poderia atrapalha-lo. Jacquin contou sobre o prato que provavelmente faria, e mostrou uma musiquinha que cantava para comer o purê de batatas da mãe, fazendo um buraquinho no meio para colocar o molho de carne... bonitinha a historinha!
Cecília escolheu fazer um picadinho, e dar sua personalidade a ele. Mohamad decidiu reunir vários ingredientes da culinária árabe em um prato só, coisas que comia na infância e adolescência. Na falta de algum ingrediente, o menino maluquinho substituiu e se virou para fazer funcionar. Seria um prato arriscado e complexo...
Luis contou para Ana Paula sobre o episódio da morte do pai, e lidava com as lembranças da melhor forma possível. Decidiu fazer uma sobremesa de banana da infância, com ingredientes mais refinados e cara de restaurante. Paola se espantou ao aproximar-se da estação de trabalho de Elisa, perguntando se a mocinha estava fazendo um "lanche". Ao ouvir a explicação para a escolha de Elisa, a Pati-Chef hermana aconselhou-a a se manter no ótimo nível que tinha atingido nas últimas provas, e então foi abordar Flávio, justamente na hora em que o concentrado nipônico executava uma manobra complicadinha na frigideira para virar sua omelete, o Tamagô que acompanharia o seu risoto japonês. Antes de sair de perto, a Chef deixou a pulguinha atrás da orelha de Flávio, mandando-o pensar se num dia em que o moço tivesse um restaurante, ele traria consigo a culinária japonesa exatamente reproduzida, ou se seria uma cozinha com com influências japonesas e a personalidade dele. Enquanto isso, Jacquin abordava Cecília e a apressava para fazer seu molho com vinho, dizendo que não ia dar tempo.
Faltando 10 minutos, Helena se dá conta de que ainda não tem nada pronto, e se apressa para cozinhar o macarrão e fazê-lo mais simples ainda do que tinha imaginado, para poder ganhar um tempo. Os Chefs observavam de longe, namorando a sobremesa de Luis, e Paola torcia para que comessem bem naquele dia... Comentavam sobre a idéia do prato de Mohamad e a simplicidade do lanche de Elisa. Paola se dizia preocupada pela moça, e que não apresentaria um lanche no Master Chef... Fogaça dizia que achava que Helena parecia enrolada. Também comentavam sobre o fato de Jaime estar descascando sua mandioquinha (estranha essa expressão né?? hahaha) com apenas 8 minutos para o final da prova, que não daria tempo de cozinha-la. Flávio já finalizava seu prato, parecendo confiante, embora ouvindo do Pit-Chef Fogaça que era comida para um batalhão. Helena e Mohamad se preocupavam se conseguiriam entregar os pratos, com apenas 3 minutos para o final. Jaime tirou a mandioquinha do prato, pois não deu tempo de cozinhar, e Mohamad não conseguiu montar seu prato como planejara, e foi como estava mesmo.
TEEEMPO!!
Ana Paula explica que a partir daquele episódio, como já estavam em apenas 7 competidores, os jurados iriam passar a provar todos os pratos nas provas não eliminatórias.
Flávio foi o primeiro a apresentar seu Mazegohan, um risoto japonês com carne, cenoura, vagem e bardana. O Sapo-boi française já começou a chafurdar na cumbuca do japa, revirando o risoto, com cara de poucos amigos, perguntando o que havia na composição, e por fim experimentou, com a testa enrugada. Comentário: "É muita coisa de novo! Muito produto. Muita mistura. Não gostei!". Paola também fez cara de quem não gostou, dizendo que há pratos com muitos ingredientes, mas que trazem um sabor único, e que não era o caso do prato do moçoilo. Disse a Flávio que abrisse os olhos, porque poderia ser que não desse mais para ele, e que se fosse uma prova eliminatória, ele estaria fora. La hermana disse e repetiu que não estava bom. Fogaça perguntou ao rapaz o que estava acontecendo com ele, afirmou que ele estava descendo a ladeira sem freio! Lembrou-o do conselho que os Chefs-jurados haviam dado ao moço na última prova, de que menos era mais, e que Flávio havia ido pelo "mais é mais". Com a cara feia, reafirmou que o moço deveria fazer algo com a memória gustativa para trazer algo que eles procuravam hoje, uma coisa mais atual, mais bem feita, mais bem apresentada. Arrematou dizendo a Flávio que ele estava na corda bamba. Flávio voltou para a bancada decepcionado consigo mesmo.
Jaime levou para julgamento seu Picadinho de carne com legumes e arroz. O professor contou que o pai fazia esse prato, e que ele havia colocado alguns ingredientes a mais. A apresentação estava bem simples, o arroz havia desmoronado um bocadinho, eu não diria que era um prato de Master Chef. Fogaça provou e logo de cara perguntou se Jaime não havia usado sal e pimenta, e a resposta foi afirmativa. Bom, se o cara perguntou, já dá pra saber o porquê, né? O Chef ressaltou a falta do molhinho da carne de panela e do tempero do arroz. Perguntado o que havia acontecido com ele, Jaime falou sobre a dificuldade da prova pela carga emocional, que só havia cozinhado em respeito aos Chefs e ao programa, e que estava sem condições... Fogaça discorreu sobre a pressão que é estar em uma cozinha com 100 clientes querendo comer, e sobre como era importante ter controle emocional para ser um cozinheiro, caso contrário acabava-se saindo correndo da cozinha e abandonando tudo no meio do serviço. Fogaça disse que o prato deixou a desejar.
Paola fez um desabafo na sua vez de provar o prato: disse que começou a cozinhar muito jovem porque tinha que fugir da sua vida cotidiana, que era muito ruim. A cozinha, disse, havia sido seu útero e seu colo. Em seguida falou da forma como se passa "por toda a merda", como se enfrenta o que vem, e a cara que se põe pra vida, pra se dar certo na vida... Me pareceu e soou como uma bronca que traduzida dizia que não importa o que se passa, mas a forma que se encara os desafios e melecas que rolam com a gente. Paola me soou um tanto irritadiça, meio que achando que Jaime estava se mostrando fraco. Ela criticou o prato em vários sentidos, da falta de sabor e tempero à consistência dura e seca da carne, ausência de molho... Jaime disse que tinha sido bom ter tomado aquela porrada, que não seria um erro que cometeria duas vezes, e que ainda bem que não era uma prova eliminatória. Disse ainda que sabia que o prato não estava bom. Quando Jaime disse que se caísse 7 vezes, levantaria 7 vezes, a Pati-Chef irritadiça, com a cara amarrada, apenas concordou: "Sim, todos nós, vamos lá!". No depoimento dos bastidores, Jaime disse que só voltaria a chorar quando ganhasse o Master Chef... Poderooooooso... Hahahaha!
Dona Helena é a próxima a ser chamada! Lá foi ela na sua cadeirinha de rodas com o pé engessado (tadinha!! Helena, eu sei da sua doooor guria!! E como enche o saco, né??), pratinho na mão, ansiosa porque havia terminado seu macarrão faltando 5 minutos para o final da prova, e não sabia como a massa estaria. Seu Farfalle com frango enrolado no presunto e recheado de cogumelos me pareceu bem apresentado, mas teve Chef-jurado que não pensou como eu. Paola elogiou a consistência, a suculência do frango, a massa, mas disse que achava que Helena havia reproduzido muito o macarrão com frango da infância, que não sabia se era um prato de restaurante. Jacquin disse que faria o prato "mais Master Chef", e discorreu sobre como apresentaria o prato, como cortaria o frango, etc. Quanto ao tempero, disse e frisou que, como sempre, era bom. Segundo ele, a apresentação não era para o Master Chef. Helena ficou chateada por ter achado que a apresentação estava de acordo, e ainda assim não ter estado a contento para os Chefs-jurados.
Cecília foi a seguinte, com seu Picadinho de carne com cogumelos e massa filo. Fogaça recebeu as explicações de como o prato da avó Berta havia sido adaptado, modificado, confeccionado. Perguntou se o molho de redução de vinho da moça era ketchup, e aí provou. Segundo o Chef, a moça conseguiu captar a idéia de trazer os sabores sem copiar o prato, apresenta-lo e trazer alguma recordação de sua infância. Paola foi logo comentando sobre o gosto de Cecília pela massa filo, e provou do prato. Disse que ela poderia não entender que era um picadinho, o que era bom porque estava saboroso, e não era necessariamente um picadinho, mas sim uma interpretação da competidora com uma apresentação contemporânea. Alinhavou seu julgamento dizendo que o prato estava muito bom, e que a moça cozinha bem. Cecília voltou ao seu lugar com um sorrisão gigante no rosto.
Próximo da fila, Mohamad levou para Jacquin seu Quibe cru com cream cheese, babaganuche e tabule numa montagem um tanto desmilinguida, na minha opinião. Perguntado se estava feliz, Mohamad fez um sim meio incerto com a cabeça. Nos bastidores, a gravação do maluquinho mostrava-o dizendo que ou os juízes iriam gostar ou não, que não haveria meio termo. O francês gostou do tempero, do sabor, mas achou que a apresentação poderia ser melhor, mais refinada, menor. Finalmente acabou por dizer que a apresentação não estava bonita, que estava péssima. Aconselhou o moço a não perder tempo sendo agitado, e a pensar. Paola provou, mastigou, disse que era muito arriscado e muito bom, e muito saboroso!
Elisa levou seu Ciabata de rúcula, presunto e cogumelos para avaliação. Visualmente, estava bonitinho, bem apresentado, na minha opinião, mas nada demais... Elisa se prolongou um pouco demais para explicar os porquês do seu prato. Pati-Chef experimenta e começa a discorrer sobre como achava a idéia válida, mas que a mocinha já tinha feito pratos autorais infinitamente melhores, por mais sensacional que estivesse o lanche, e que NÃO estava sensacional... Aí disse que o sanduíche estava gostoso, embora um pouco salgado demais. Aconselhou Elisa a pensar melhor, que não era o momento de apresentar um sanduíche. Vez do bipolar Sapo-boi française, que provou, perguntou se "estava de rodízio" ( é o que??? ), se o pai da moça tinha lanchonete, e diante das negativas, grosseiramente disse a Elisa "seus pais não sabem cozinhar então". Elisa defendeu a culinária do pai, só para ouvir do rotundo Jacquin a pergunta sobre onde estava a comida da família, finalizando com a afirmação de que era "melhor parar hoje". (Grosso! Mal educado!) A pobrezinha voltou para o seu lugar cabisbaixa, triste pelo que ouvira dos jurados, mas disse que era um chacoalhão que precisava levar, que a sua escolha havia sido um tiro no pé.
Por fim, Luis chega com seu Creme de ricota e banana frita com calda de manteiga e açúcar. Pessoalmente, achei a apresentação na taça bem simples, nem um prato por baixo para apoio, e o desenho da sobremesa pareceu-me um daqueles doces que se vê em copinhos de plástico em balcões refrigerados de padarias (ai Aninha, que ácida! Né? Mas é só minha opinião...). Paola provou e fez cara de enjôo, de quem comeu e não gostou, literalmente. Criticou o doce, dizendo que a ricota estava ácida, salgada e com a textura que não era sedosa, cremosa, mas sim granulada, o que Luis admitiu ter notado. Comentou então sobre a banana na parte de baixo, que estava dura e com gosto de manteiga pura, enquanto a banana de cima não tinha muito sabor. A sobremesa simplesmente não a agradou. O Pit-Chef provou de leve, remexeu o creme, pegou uma cerejinha de cima e comeu... Então perguntou por que Luís não tinha feito algo salgado, e quando ouviu do competidor que porque sobremesa não era o forte dele, havia decidido que teria que tentar, comentou que o moço estava pondo a cabeça no laço. Acrescentou que tinha que pensar, ou iria "se f#&er", que esperava mais do moço, que já era a segunda vez que dizia isso a ele. E que talvez fosse a última. Luís, coitado, só fazia que sim com a cabeça, desapontado e sem-graça.
Decisão. Para os Chefs-jurados, apenas Mohamad e Cecília conseguiram fazer direito o que foi pedido na prova. Pela apresentação falha, nosso fio desencapado cabeludinho não levou o primeiro lugar. Cecília é novamente a dona do camarote.
Prova de eliminação exigindo técnica, e dessa vez com direito a workshop da Pati-Chef Paola sobre corte e preparo de carnes. Paola contou sobre como vem estudando essa proteína há anos, sobre como é fà de carne, uma de suas especialidades. Então apresentou 5 cortes nobres, do traseiro bovino, para os competidores: o Prime Rib, o Chorizo, a Fraldinha, o Filet Mignon, e o Bife de Chorizo. Os competidores poderiam escolher o corte que queriam trabalhar, e apresentar um prato de nível Master Chef, com acompanhamento e molho. Apresentações feitas, Paola começa o workshop, falando sobre alguns mitos sobre a carne como temperatura para preparo, tempo para temperar, etc. Logo de cara, alerta a quem se animasse para preparar o Prime Rib que esse era um dos cortes mais difíceis de se tabalhar, por causa do ponto, tempo de cozimento, por ter que terminar no forno. Depois pega o Filet Mignon e passa outras dicas como selagem, tempo de descanso e ponto de cozimento, mostrando a cor e diferença de cada ponto, deixando os competidores provarem. Curtí assistir!
Hora da prova. 2 minutos no supermercado para escolher a carne e os acompanhamentos. Tudo no prato seria avaliado, do ponto da carne ao acompanhamento, da apresentação ao molho preparado.
Corre-corre usual para escolher ingredientes, e voltam para as bancadas de trabalho. Rostinhos satisfeitos, contentes por terem pego tudo o que precisavam, muitos já com a receita todinha na cabeça, tudo planejado... Só que não, né? Hahahaha! Surprise!!! E das boas... Bem Master Chef. Shun-Li da Band dá a ordem para que cada competidor retire da cestinha a sua carne, e deixe nela todos os outros ingredientes. Muito bem... então tiveram que passar sua cesta de compras para o fófi da bancada de trás. NÃÃÃOOO!!! Hahahahaha! Que pesadelo, hein? Para muitos foi lindo, para outros, foi encarar o Jason num beco escuro sem saída! Mas hein?! Vejamos como ficou: Elisa entregou sua cesta para Flávio, que entregou a sua para Helena, que entregou a sua para Jaime, que passou a sua para Luís, que por fim passou a sua para Elisa. Preciso comentar as carinhas dos competidores? Tá, comento! Ia do pânico à decepção, da raiva ao desalento... Alguns curtiram, como Jaime, por exemplo, que disse saber que Helena tem as manhas e só escolhe ingredientes bons, então não seria difícil trabalhar com a cesta da fófi. Engraçado mesmo foi ver a reação da Helena, que olhou para o conteúdo da cesta, começou a rir e não conseguia parar!
Os Chefs pediram a carne ao ponto, por ser esse o ponto mais pedido pelos clientes nos restaurantes, então os competidores teriam que prestar atenção nesse "detalhezinho". Ana Paula Padrão explicou em seguida que cada competidor começaria a cozinhar num tempo diferente, assim o tempo da carne seria respeitado, e ela seria provada no momento certo. Desta forma, um competidor começaria a cozinhar, outro começaria 5 minutos depois, o seguinte 5 minutos depois, e assim sucessivamente. Lógico que quem começasse por último teria mais tempo para pensar no que fazer com os ingredientes da própria cesta. Para ter justiça, foi feito um sorteio. O 1o sorteado foi Flávio, que seria o 1o a servir seu prato, seguido por Elisa, Luis, Jaime, e Helena por último. Teriam 45 minutos para cozinhar. Achei pouco!
Mãos à obra. Flávio começou seu preparo enquanto os outros apenas observavam. O moço estava contente com o conteúdo da cestinha, muito embora pensasse em reduzir a quantidade de itens e se manter no mínimo necessário, como havia planejado ao escolher seus itens no mercado. 5 minutos passados, foi a vez de Elisa começar a cozinhar. A moça não estava nada feliz com a cesta pobriiiinha que lhe foi "presenteada". Se virou como pôde, e parecia mais preocupada mesmo era com o ponto da carne. Hora de Luis começar seu prato, e já tinha pensado um pouco sobre o que fazer e como se arrumar com alguns ingredientes que Jaime havia colocado na cesta. Abordando Luís, Jacquin e Fogaça ouviram sua idéia original para o prato, e acabaram concordando que o moço se dera melhor com a cesta trocada, porque o plano inicial era perigoso. Não deixaram de acrescentar que Elisa iria odia-lo para o resto da vida! Hahaha! Verdade. Eu teria jogado um pé de alface na cabeça do fófi! Ninguém merece... Salada no aro e carne como um prato de Master Chef?? Humpf!
Tempo para Jaime começar seu prato, bem feliz com a cesta que Helena montou "para ele". Já se atrapalhava um pouco com os cogumelos e os pignoli, e lá do balcão, Cecília e Mohamad assopravam diquinhas de preparo... Ana Paula viu e mandou que ficassem quietos, que não era para ajudar, que não era do jogo... Fala sério?? Como assim, pode isso, agora? Eu tinha dado alguma punição!
Helena foi autorizada a dar início ao seu prato. Paola logo se aproxima, e fica espantada com a escolha que Flávio tinha feito originalmente pela mozzarella de búfala e laranjas. Estranho mesmo, mas nem por isso ruim... Até que dá um caldo, né? A cesta de Helena acabou por não ser de todo ruim, e lá estava a moça a se virar com o que the tinha sido dado. Uma diquinha ou outra para a fófi bem humorada e sorridente, e lá foi a Pati-Chef para Flávio, que já estava com sua carne no forno há um tempo. A Chef mostrou-se preocupada com esse tempo, e deu um toque para o competidor, que disse estar considerando o tempo de descanso da carne, e foi advertido para tomar cuidado para não passar do ponto. Mesmo preocupado e um tanto inseguro, Flávio continuou com a preparação.
Fogaça e Jacquin foram abordar Jaime, que preparava medalhões de filet mignon, e passava um cordão em torno de cada um deles, pelo visual, para a carne não ficar esparramada, segundo ele. Jacquin foi direto para a panela em que o professor cozinhava alguns talos de alho porró, mas o detalhe que não passou despercebido nem para o francês nem para o Pit-Chef foi a terra nos legumes, que não haviam sido lavados (ou não foram lavados corretamente). Sempre vem terra no meio de alho porró, e tem que ter cuidado mesmo! Daí pra frente, tudo foi questionado, do tempo que faltava, o que seria feito do vinho, até o onde fritaria a carne, e onde estava a frigideira, por que não estava em cima do fogão... Ixi! Fogaça ainda acrescentou que um sairia naquele dia, como se fosse alguma novidade...
Na rodinha habitual, os chefs comentavam das dificuldades dos competidores, se monstrando preocupados com Jaime, por exemplo, que não sabia o que estava fazendo com seu filet mignon, seu caldo com terra, como faria para engrossar o molho, etc. Paola se dizia preocupada com a apresentação dos pratos, porque os competidores poderiam, de repente, se preocupar demais com o ponto da carne e esquecer do visual, e dizia que naquela altura do programa os cozinheiros deveriam apresentar pratos que poderiam ser servidos nos restaurantes dos Chefs.
Ao ser abordada, Elisa pareceu mais segura, e conformada com os ingredientes que foram dados a ela.
Faltando 10 minutos para a apresentação, Flávio retira a carne do forno, receoso que ficasse mais passada do que o necessário, e deixou-a descansando, confiando que alguma parte da peça fosse estar no ponto pedido pelos Chefs... (Oi??) Paola e Jacquin observavam, e o francês dizia que por enquanto, eles não iriam comer bem. Paola estava nitidamente procupada. Faltando 5 minutos, o próprio Flávio admitiu que estava atrapalhado com os acompanhamentos e com a própria carne, que estava mal passada. Ele decide cortar a carne e escolher os pontos que estavam mais próximas do ponto certo. Que dó! Uma peça bonita, daquele tamanhão todo, cortada para só se aproveitar uns talhos... Já dava para ver uma lambançazinha enquanto o moço passava uma maçaroca pela peneira para levar uma só colherada à montagem do prato.
Acabou o tempo, e lá foi o aparentemente calmo oriental para o julgamento com seu Prime rib ao vinho tinto com purê de batatas e aspargos. Nem deu tempo para respiro, Paola já desferiu a pergunta sobre o porque de se usar uma peça de 1kg de carne com osso e tudo para servir uma porção minúscula de 75 gramas. Perguntou, passada, por que é que ele não havia pego meio pedacinho de contrafilé, já que era o mesmo corte. Ui! Flávio parecia bem desconcertado. A Chef viu que o ponto estava OK, mas dalí pra frente era certeza que haveria má vontade, no mínimo, pelo fato de Flávio ter feito aquela sacanagem com uma peça tão boa de carne. Dos aspargos, o moço usou só as pontas, e la hermana também quis saber por que. O cozinheiro não teve resposta, e enquanto isso Jacquin já abordava o prato, acompanhado por Fogaça, mesmo enquanto Paola experimentava o purê. Era um monte de talheres no prato do moço, um saque! E ouvia-se "está muito salgada, não está?". Paola voltou a dizer que o ponto estava correto. Henrique Fogaça começou com os comentários dizendo que esperava ver uma coisa mais rústica, sublinhando o mau uso de uma carne tão linda, criticou o molho, em que o álcool estava muito nítido, e também comentou que a carne estava um pouco salgada, embora o ponto estivesse OK. O francês já começou descendo a boca no purê e no molho, que disse lhe lembrar vinho quente de festa de São João. Acrescentou que a carne podia ter sido utilizada melhor, e que os aspargos pareciam o muro de Berlim... Ouch!
Vez de Elisa e seu Contrafilé com vegetais ao molho de mostarda. O ataque ao prato foi feito ao mesmo tempo pelos 3 Chefs-jurados. Paola elogiou bastante a carne, dizendo que estava extremamente saborosa. Fogaça sugeriu que o molho de mostarda fosse deixado só para a carne. Jacquin teria deixado a salada separada do prato, para que não esquentasse e murchasse. Elisa, nervosa, começa a chorar ao voltar para a fila dos já julgados. Peninha dela, gente... Ela é tão meiguinha, né?
Luís se apressa e termina a tempo. Ele leva aos jurados o seu Prime rib ao vinho tinto e batatas com alecrim e molho de mostarda. Ofegante, o moçoilo explicou o prato, que tinha o ponto da carne correto, mas na opinião de Fogaça, apesar das batatas estarem boas, a apresentação deixou a desejar, com o molho escorrendo, e "sujando o prato". Paola disse, como um elogio, que ela poderia ter feito aquele prato. Para Jacquin, as batatas estavam um pouco al dente, mas no geral estava correto. O fófi foi para a fileira dos já julgados desnorteado e contente!
Agora era Jaime com seu Filet mignon ao molho de carne e arroz com pignoli. O arroz meio que desmontou quando o fófi retirou o aro, e não achei a montagem bacana, não. Paola achou correto o ponto da carne, mas disse que faltou um pouco de crosta. Avaliou bem o molho, mas segundo a hermana, o arroz estava horroroso. O Pit-Chef teve praticamente a mesma opinião de Paola, mas disse que faltou molho. Para Jacquin, que adorou o molho, o grande defeito da carne é que poderia ter mais crosta. No geral, o concenso foi o de que o filé poderia estar mais selado, mais dourado, menos "fervido".
Helena se apressa para terminar a tempo, bem atrasada. Quase não dá. E lá vai Dona Helena com seu Prime rib ao molho de laranja e salada de brotos com mexirica. Segundo a competidora, ela mesma não sabe o que fez durante os últimos minutos da prova, já que estava tudo calculado e certo, porque de repente tinha passado o tempo e ela não tinha tudo pronto. Teve que escolher na pressa um dos pedaços para servir, e Paola achou que ela escolheu o pior. Mesmo assim, enquanto comia, dava para ver e ouvir a Chef dizendo que a carne estava boa. Segundo a Pati-Chef hermana, Helena havia cometido o mesmo erro de Flávio, escolhendo uma peça daquelas para servir apenas uma pequena porção. Outro comentário da Chef foi de que a carne estava saborosa, embora tivesse dois pontos diferentes: ao ponto em um pedaço e bem passada em outro. Ela acrescentou que tinha certeza de que o pedaço que Helena deixara para trás estava melhor no ponto do que o que a moça apresentou. Descreveu a salada como deliciosa. Para Fogaça, faltou molho, e apenas 10% da carne estava boa para comer. Jacquin disse que o molho era virtual, e que o prato estava confuso.
A bronca geral dos Chefs-jurados foi porque ninguém apresentou uma peça inteira com osso... É... Eu pessoalmente pensei nisso assim que ví os Prime ribs, é o que eu faria... Rústico mesmo, ao ponto, com uma bela crosta dourada! Hummmmmm! Adooooro carne! E no final das contas, acho que eles também estão contando o desperdício, né? Só que com essa exigência maníaca dos jurados de apresentar pratos de restaurante finérrimo, quem é que teria a coragem de apresentar uma peça inteira com osso? Mais é mais de novo? Ou será que eles ainda não decidiram o que querem? Ou são bipolares como a gente desconfia desde o primeiro episódio?? Heeeein?!
Decisão dos Chefs. Surpresos, chegaram à conclusão que os dois que achavam que ficariam até o final eram os dois piores do dia.
Elisa, Jaime e Luís foram chamados à frente, e Elisa foi elogiada por ter se saído bem com a cesta que recebeu. Jaime também teve sua comida elogiada de certa forma. A carne de Luís foi a melhor para os Chefs, portanto, o fófi saiu como o melhor do episódio.
Sobrou para Helena e Flávio, surpreendentemente, como disseram os Chefs, e acho que para muitos de nós, público, também. Eu mesma achei que a carne de Luis estava com pontos diferentes, e bem pior que a da Helena, então vai saber, né? Paola discorreu sobre chances únicas e sobre não haver mais excusas, e aquele comentário valia para todos os participantes. Disse que os pratos dos dois tiveram a maior quantidade de erros, comparados tecnicamente, e pelo sabor tabém, com os dos outros. E os dois escolheram justamente o corte que Paola demonstrou como deveria ser feito. O de Helena foi trazer a parte mais cozida da sua peça de carne, quando os Chefs haviam pedido ao ponto. A Flávio foi perguntado se ele não havia experimentado sua comida. Ressaltou como o fófi havia escolhido a parte com mais nervos e gordura na carne, e disse que o molho era vinho tinto puro, extremamente ácido, sem gosto de carne. Do seu purê, o comentário foi de que não era purê, e sim uma batata amassada, passada pela peneira, granuloso e sem sabor. Ouch! Paola disse não entender o que aconteceu com os dois. Depois desssas críticas, acho até que estava meio óbvio... Acabou pro fófi nipônico... Helena chorou, muito triste pelo moço, mas como tudo tem um lado positivo, ficou aliviada também, já que ela continua na disputa, certo? Nem sempre é bom pra todos. O moço pediu desculpas, saiu fazendo reverência, e conformado, além de determinado a seguir em frente com a gastronomia. Boa sorte Flávio! E parabéns pela participação!
É isso, então, gente. Com atraso mesmo, aí está! :) E bóra assistir, que Terça-feira já está batendo na porta, e vai ter mais pra ver e comentar!
Beijos pra todo mundo, e até já! =)
-Aninha
www.cozinhandoideias.com.br
domingo, 23 de novembro de 2014
Errar é humano! Insistir...?? Pois é!
Sabadão! Já é 22 de Novembro, povo! Onde é que o ano foi parar, hein? Passou muito rápido, e dá pra se dizer o mesmo do nosso Cozinha Sob Pressão! Já estamos com menos elementos. 9 ao todo, e as gurias em vantagem, com 5 componentes na equipe vermelha. A programação começu com uma prova dividida em duas partes: cada escolhido do grupo teria que cavocar num tanque de gelo pra encontrar uma chave, que abriria um caminhão, que continha uma peça de coxão mole. Parece simples, né? Mas obrigatoriamente teria uma equipe que perderia, porque em caso de empate o Chef Bertolazzi iria usar como critério quem desperdiçasse menos carne. Cada membro das equipes cozinharia um prato com a carne, que deveria ser cortada em porções. Duas porções teriam que ser apresentadas para congelamento.
Carol foi a escolhida da equipe vermelha, ganhou no par-ou-impar par ir primeiro, e já começou marcando touca, porque das luvas de borracha até os cotovelos que estavam disponíveis, ela colocou apenas uma. E lá foi a fófi pro tanque garimpar a chave. As gurias da equipe ficavam gritando instruções para a pobrezinha ir mudando de lado para procurar a bendita chave, e justamente quando a fófi já estava chegando na mesma, troca de lado por sugestão das companheiras de time! Corre para colocar a outra luva, demora, demora... mas acaba achando o item, que se encontrava dentro de uma caixinha. Nesse ponto, os moçoilos ganharam a vantagem de já saber que era uma chave dentro de uma caixinha, oras! Coisa que as gurias não sabiam até Carol achar o objeto. A bonitinha correu para o caminhão, fez tudo direitinho, mas nesse ponto, com o cronômetro adiantado, "Inêz é morta".
Marcel, o escolhido entre os fófis, disparou para o tanque, achou a caixinha da chave rapidinho, se encrencou um pouco com o cadeado para abrir o caminhão, mas ainda assim ganhou a prova largado!
Segunda parte da prova: como tinham um membro a mais, as gurias precisaram escolher alguém para ficar de fora da prova, e Daniele sobrou. Porque perderam, tiveram também que ficar por 15 minutos esperando enquanto os moçoilos já começavam a cortar a carne e cozinhar seus pratos. Com 45 minutos, corre-corre para fazer tudo a tempo. Derileusa ficou nos cortes a princípio, e acabou desperdiçando mais carne do que precisava no fim das contas. O tempo passando, todos menos uma na função. Alguns barbados tiveram problemas com aparelhos. Daniele ficava berrando incentivos para as companheiras, querendo mais era estar lá cozinhando. Destaque para Carol, que disse que não sabia o que era uma braciola! Ma che, bella?? És cozinheira ou não? E Diego, que fazia kibe assado, dizia que tinha colocado na mistura semente de snobar e pignoli... Ééééé... será que o moçoilo de sangue árabe sabe que são a mesma coisa?? Hehehe!
Mais um bocadinho e foi! Tempo!
Olha só, pelo menos na apresentação, a grande maioria mandou muito bem! Os pratos estavam muito bonitos mesmo! Bertz já deixa claro que os homens teriam a vantagem de ter aproveitado melhor a carne em caso de empate.
Os pratos começam a ser levados para julgamento. Como quem correu mais na primeira parte da prova, Marcel pôde escolher quem iria desafiar para ver qual prato era melhor, e ele escolheu Carol, que fez Cheeseburger com queijo de cabra, ketchup de jabuticaba e cebolas crocantes. Ganhou parabéns pelo ponto da carne do Chef Bertz, e também foi cumprimentada pela beleza do prato. Marcel trouxe um Tartar de receita dele mesmo. Bertz achou os dois pratos muito bons, e deu empate. Carol escolheu Derielusa pra ser a próxima a apresentar o prato, e a fófi escolheu competir com Diego. Sua Braciola recheada com cebola e pimentão, e arroz com brócolis ao alho e óleo não foi páreo para o Kibe assado de Diego, recheado com pignoli, amêndoas e damasco, e o tempero árabe foi o barbudinho mesmo quem preparou, com cravo, canela, cominho e pimenta do reino. O prato acompanhava batatas com azeite de gergelim. Derileusa estava P da vida, segundo ela mesma, porque não concordava com o Chef sobre seu prato ser muito simples.
Diego manda Arthur para a disputa, e ele escolhe desafiar Bia. Empataram. Por último, Bertz chama Samara e Marcelo. O Polpetone recheado com mussarela de búfala acompanhado de uma massa com molho vermelho que Samara preparou venceu o Bife à rolê com cenoura e vagem, e purê de batata doce de Marcelo. Carlos Bertolazzi elogiou o prato e a ousadia de Samara de servi-lo para ele. Ai que a moça ficou faceira que só! Boa, Samara! Mas... não foi suficiente. As gurias perderam a prova, e dá-lhe castigo! Marcel a-do-rou!
Como prêmio, a equipe azul foi passar a tarde num ensaio com o povo da Escola de Samba Rosas de Ouro! As fófis iam conhecer o Soldado Fonseca, e acredito piamente que por essa figura elas não esperavam, mandando-as fazer polichinelos, levantar sacos pesados e fazer agachamentos com eles... Samara, que pediu água num certo momento, só faltou mandar o azeitoninha para aquele lugar! Hahahaha! Derileusa disse que se divertiu! Sei lá, né? Rindo ela estava, e muito, enquanto corria com as companheiras de equipe em volta dos sacos de mantimentos pelo chão, como foram instruídas a fazer. Aaaaai Derileusa, só você! Hahahaha! Além do mico, elas tiveram que fazer molho de tomate e caldo de legumes para o restaurante.
No esnsaio da Rosas de Ouro, os fófis pareciam um bando de gringos tentando sambar! Como me divertí vendo Arthur com figurino gringo-total: bermudona xadrez, boné, tênis e meias! Hahahaha! E Marcelo!? Que que foi aquilo lá meu filho? Dedinho pra cima, pô? Hahahaha Diego é que mandou melhorzinho e até tocou caixa com a bateria! Ó lá o fófi tatuado todo enturmado na cozinha da Rosas! Curtí, viu? Sabe que ele até que tocou direitinho?! Marcel pegou lá um repinique e até que tocou um bocadinho também...
Dia seguinte, preparo para o serviço da noite, e depois as instruções do Chef Bertolazzi. O cardápio estava simples, e houve a advertência para não se deixar as coisas saírem do controle como na vez passada. Divisão de funções! Bertz deixou Carol fora da cozinha, na finalização dos pratos com ele e o Maître Caputo. Arthur e Samara ficaram com as entradas. Diego e Marcelo, Derileusa e Daniele, 1o prato, e no 2o prato, Marcel e Bia.
Começa a movimentação e algo deu errado com o molho de Arthur, que a princípio estava bom, mas foi simples e fácil de corrigir, então, bóra pra frente. Na cozinha vermelha, Samara teve problemas com seu molho, que estava ralo, e teve que correr pra reduzir e corrigi-lo. Virou purê, e toca corrigir de novo! Atrasou, né? Do outro lado, Marcelo mandou bem no risoto, e tentou instruir Diego que fazia Fettuccine Alfredo. Em vão. Essa foi a treta da noite! O fófi fazia, errava, voltava tudo pro fogo, tentava, e nada. Aí levou comida do Chef, que ainda ensinou a receita de novo, instruiu, e dá-lhe mais lambança! Diego disse que na verdade não sabia como se faz o prato, e que ninguém do grupo sabia! Todo nervoso por causa da experiência terrível do colega de equipe Francisco, que acabou eliminado por causa de um macarrão! Affff! Daniele também errou o ponto da sua massa, mas conseguiu corrigir, recomeçar e acertar. Mas a-tra-sou!!
Bertz não se conformava por seus cozinheiros não saberem preparar a massa que porvavelmente é a mais vendida no mundo! Tava braaaaabo! Hehehehe! Adoro ver Bertz nos cascos! O Chef se irritou num determinado momento, depois de dar MAIS instruções para Diego, que ainda tretava com o fettuccine, e voltou a fazer tudo errado, como se não tivesse prestado a menor atenção na sua explicação! E parecia mesmo, porque o moço continuava cometendo os mesmos erros! Bertz mandou Carol pra cozinha azul para fazer a massa, e a fófi, além de identificar os erros, inclusive o ponto da massa, que estava crua, fez o macarrão tudo de novo, e ensinou Deigo como fazer direito. E mesmo assim, a massa do fófi não ficou cremosa o suficiente... Ai ai ai... Volta tudo pro fogo de novo! E de repente acertou. Mas aííí... Marcelo começa a errar o risoto! Hahaha! Eu si divirto!! Corrigiu, deu... Vez de Derileusa errar o prato, e seu risoto foi rejeitado pelo Chef! Volta pra corrigir, só que a massa que tinha que sair junto estava no ponto, praticamente. E deu ruim... a-tra-sou! De novo! Eita! A falta de sincronia e de comunicação entre Daniele e Derileusa também foram fatores para o atraso da saída dos pratos, que estavam chegando para o passe em número errado.
As sobremesas saíram mais na boa para as duas cozinhas, e deu até pro Marcel tirar onda, todo engraçadinho, oferecendo seus canolli para o Chef provar, esperando pra ouvir que Bertz tinha gostado...
Fim do serviço, e o discurso de Carlos Bertolazzi foi sobre estarem a uma grande distância da perfeição que eles buscam no programa, e de ter um serviço decente nas duas cozinhas. Também sobre a falha e a falta de comunicação nas duas equipes. Então, como Carol estivera a seu lado no passe e pôde ver mais de fora esses problemas todos, pediu que a fófi indicasse dois nomes direto para eliminação. Sem graça, sem jeito, ela indicou Diego e Derileusa, por motivos óbvios, né? As equipes tiveram que ir pro lounge e confabular para indicar mais dois competidores para a berlinda. Marcelo logo se voluntariou, e não houve protestos.
Na equipe vermelha, lá estava Derileusa a afirmar que tinha certeza de que só foi pedido a ela um risoto, e depois é que foram dois, inconformada e irritada, dizendo para Carol que a guria tinha "ido na do Chef" porque antes Carol disse que não tinha visto nada de erro de Derileusa, e depois que tinha notado algumas coisas, etc., etc., com aquela cara de poucos amigos! Questionou mesmo a decisão de Carol, não concordou, fez mais caretas... Chaaaata! Lá nos bastidores, ainda dizia que havia perdido as contas das vezes que tinha sido mandada para a berlinda! Por que será que acontece tanto, hein dona doida? Daí a fófi cai no choro... Aaaaai Derileusa... Arthur acha que Carol, Bia e Samara ficam sempre mandando Derileusa e Daniele para a berlinda e se mantém unidas, em um grupo fechado. Ele pode estar certo, né?
Eliminação. Bertz já começa dizendo que não entende como o serviço ainda não melhorou, porque é isso que tem em mente quando ele elimina um participante. Os cozinheiros indicados são chamados. Marcelo também não achava que tinha ido mal. Bertz apontou a falha no risoto cru, a falta de cuidado, de não experimentar a comida antes de mandar o prato. Os erros consecutivos de Diego também foram mencionados, com detalhes. Derileusa ouviu que tem um sério problema de comunicação, que sabe cozinhar, mas parece que não trabalha bem em equipe, e que suas colegas parecem concordar com isso. E lá está a dona doida nos bastidores dando o contra, dizendo que sabe trabalhar em equipe sim! Eitaaa!! Tudo ela retruca, ô mulé pra ser do contra, seu!! Sapateia, dona doida! KKKK (ai que ruim Aninha!!!). Daniele ouviu que surpreendeu o Chef, que fez a massa sozinha, mas ainda não mostrou a que veio, precisa se impor, falar mais, mostrar mais vontade. Daniele e Marcelo foram dispensados depois dos "avisos", porque erraram, mas consertaram sem prejudicar a equipe.
Hora do vamos ver... Por que os dois devem ficar no programa? Derielusa quer ficar para mostrar que sabe trabalhar em equipe, veio para vencer. Humpf! Como diria meu saudoso Nonno Emilio durante as cenas de enrolação e diálogos repetitivos nas novelas que minha avó assistia: Mi-mi-mi-ééééé!!
Diego assume que errou no começo das massas, que era algo que ele nunca tinha feito, mas acredita também que nas últimas massas ele conseguiu recuperar. Disse que a cada dia que for passando, ele acredita que vai mostrar muito mais dele mesmo. Lááá... lá-lá-lá...
Na opinião do Chef Carlos Bertolazzi, os dois atrasaram muito a praça de cada qual. Derileusa atrasou a equipe, marchando errado o risoto, Diego errando a massa constantemente. Bertz disse que errar faz parte, mas o mais importante é corrigir o erro a tempo, para não comprometer o serviço, e isso Derileusa conseguiu fazer. Diego, não. Eliminado, justamente, achei. O moçoilo deixou o programa com lágrimas rolando, tristonho, e pedindo desculpas à família porque não tinha conseguido chegar ao objetivo. Mas bola pra frente, né Diego? A exposição que esse programa já deu a todos os competidores é um lance muito bacana! Mesmo quem saiu já mostrou a cara e o talento. Oportunidades não vão faltar, certo? Quem souber usar direito, de uma forma positiva e produtiva essa exposição semanal na televisão, vai colher frutos muito bons, e não demora, não! Boa sorte barbudinho!
Pra nós que assistimos e torcemos, aguardemos, que semana que vem tem mais!
Beijinhos pra todos, e até já! :)
Aninha
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Culinária lúdica, caça no fogo e previsões se cumprindo! Nó!
Opaa!! Parque de diversões! Diversão na certa, né? Nem sempre... Principalmente quando a tarefa é ir pra esse parque e cozinhar para crianças! Essas são membros da Fundação Cafú, e merecem tratamento especial. Mas criança é criança, não importa de onde venha. Eu não sou mãe, mas tenho lá minha carga de experiência com crianças, e eu posso dizer que é bem grande, tipo, quase metade da minha vida, tanto profissional quanto pessoal. E nessa minha experiência eu aprendí uma coisa: normalmente elas vão te dizer as coisas "na vera", o filtro delas é quase que inexistente em grande parte dos casos, e pra comer direito, o ranguinho tem que agradar de verdade, ou então não rola. Tem que ter as manhas, cuidado e carinho.
A prova em equipe era cozinhar para 30 das crianças da fundação, cada grupo teria que fazer um prato salgado e um doce. Tudo saudável, sem muito açücar ou sal, nem aquele negócio de fritura e gordura até as orelhas. Elisa e Jaime, como melhores da prova da semana anterior, foram escolhidos como os capitães de equipe. Elisa ficou com o avental azul, Jaime com o vermelho.
Escolha dos times. Elisa sai com Cecília, Helena, e Mohamad. Jaime escolhe Flávio, Luis, e acaba ficando com Jamyly (segundo ele, até por cálculo, e por uma questão de ela ser o elo mais fraco, não saber cozinhar, e em caso de perda do time vermelho, a probabilidade de ele próprio sair seria menor... danadjeeeeenho!).
Aí vem a surpresinha nada bem-vinda anunciada por Shun-Li Padrão de macacão: troquem! Hahahaha! Danou-se! No final das contas, os fófis capitães escolheram a equipe com a qual competiriam!! Mas hein?? Caras de espanto, decepção... annoying!!! Sacanagem, acho eu. Os caras vencem uma prova pra ter vantagem, e essa vantagem é transformada em cilada?! O único sentido que eu vejo numa coisa assim é colocar grupos que não trabalham juntos normalmente pra interagir, pra variar. Mas do jeito que foi feita a coisa pareceu sacanagem pura, pisada na bola mesmo! #prontofalei ! Mas tá bom, vá... adorei! hahaha!
Passou, passou, vá! Depois do susto, delegam-se as funções, são passadas as orientações... Elisa decide rapidinho quem faz o que e começa a movimentação. Jaime já sai de big boss e manda os membros da equipe azul ficarem em suas estações sem trocar. Cozinheiros com as mãos ocupadas, e logo chega a Pati-chef Paola para o interrogatório do grupo da Elisa. Caras e bocas durante a explicação dos pratos. Ai ai ai... E do outro lado, Pit-chef Fogaça e o opulento Jacquin perguntando para Jaime quais eram as escolhas. Curtí as idéias do professor. Lembrando sempre que o cara lida com a criançada, então já é uma certa vantagem pro lado azul, né? Se fizesse feio, a coisa ia ficar bem chata. La hermana do outro lado dizia para Elisa que nunca havia moído carne no processador quando Elisa disse que iam usar o aparelho. Na boa, aqui em casa a gente usa processador toda vez que vai fazer kibe, por exemplo. Pobre hermana desinforada... mas o lance de argentino é churrasco né? Então tá... É só o aparelho ter uma boa potência e lâminas muito afiadas que rola sim! É só saber usar o processador e prestar atenção na consistência da carne, além de ter em mente qual o tipo de carne que se está utilizando, que dá muito certo.
Prova em andamento.... Os Chefs confabulam sobre as escolhas dos grupos, e Fogaça comenta que acha que não vai combinar colocar calda de chocolate nas frutas que a equipe vermelha vai servir. OI???! Num determinado momento da confecção dos pratos, Elisa se dá conta que os pratos eram cumbuquinhas de tamanho bem reduzido, e a idéia de apresentação que tinham em mente vai para a casinha do chapéu... Do outro lado, Helena se virava com cortes de vegetais para a montagem de carinhas nos pratos.
Elisa surpreendia os Chef-jurados com a trituração de mussarela de búfala para o molho que acompanharia legumes. Ela ouve os azuis decidindo fazer almôndegas, que os vermelhos também estavam preparando. Jamyly já destila aquele veneninho básico de costume, tecendo comentariozinhos como quem não quer nada. Na cozinha azul, Helena dribla as explosões de Jaime e controla a situação, deixando o moçoilo dar seus ataques, esperando a poeira baixar, e então explicando suas idéias, coisa típica de líder. E dá certo, como ela mesma conta no depoimento dos bastidores. A pobrezinha teve que se virar para cozinhar de novo, já que ainda estava com o pé engessado, e dependia muito da ajuda da equipe para pegar coisas para ela. Mohamad teve um micro-surto em determinado momento, dizendo que também precisava de tempo para terminar o que estava fazendo... Mohamad... Expediente e cooperação, jogar bem em equipe... já ouviu falar, fófi?
E lá estava la hermana pegando no pé de Elisa novamente! Num momento era a pimenta, que "criança não come". Acabou que o preparado que levava pimenta não ia nem ser utilizado. Na sequência era porque Elisa estava chacoalhando o liquidificador, levantando o aparelho com uma mão para chacoalhar com a outra (marcada, né? aquele chacoalhãozinho básico, de leve, é até normal rolar, mas a Pati-chef pegou-a com a mão na cumbuca), e acabou levando bronca, ouvindo que isso era um costume brasileiro que nada tem a ver com gastronomia, que é um liquidificador e não uma coqueteleira, etc., etc. Ah não é pra tanto! E outra, fófi gringa: aqui é Brasil sim, e independente do país, todo mundo faz caquinha uma hora ou outra. Não curte? Volta pra Argentina, vai ser personnal-chef do Maradona, ora! Que coisa, essa guria chata torrando os piquás! #prontofalei2 !
Chega Shun-Li de macacão (vocês sabem que estou falando da Ana Paula Padrão, né gente?? kkkkk) batendo palminhas e dando o tempo pros competidores, pilha total! Como se não bastasse, chega o sapo-boi-française, o opulento Jacquin pra enfernizar os azuis, dizendo que não estava sentindo cheiro de comida de criança, que ele mesmo era muito criança e se não agradasse a ele não iria agradar aos pequenos. AFF!! Alguém dá com a frigideira na pança do francês bipolar, gente, s'il vous plaît?? Que deselegante! Que desnecessáááário!! IRRITANTES esses caras!
Bom, como sempre, os minutos escoavam pelo ralo, bem rapidinho, e houve mudanças de planos no fim do segundo tempo. Vermelhos mudaram de idéia quanto à calda de chocolate porque não ia dar tempo, não tinha espaço no fogão... talvez chantily, ao invés da calda e uma idéia da Pati-chef, que chegou na hora programada no script para ajudar ao invés de azucrinar. A hermana sugeriu chocolate ralado por cima do chantily. Aí sim! Ponto pra ela. E Jamyly reclamando que não gosta de chantily mas bateu assim mesmo porque a líder era quem mandava. Vai chorar lá no cantinho, Jamyly, ao invés de torrar a paciência.
Ponto ganho, ponto perdido! Não se pode elogiar mesmo... Pati-chef resolveu ir implicar com os azuis e questionou a idéia de Jaime de bater a cebola no mixer, já que ele faz isso em casa para o filho que não gosta do ingrediente. Paola pergunta: "então porque seu filho não gosta de cebola, nenhuma criança gosta?". Aí eu pergunto: já que é assim, TODA criança não come pimenta, ó pescoçuda? Ai que irritante!! E tudo isso pra chegar no toque que realmente importava, que era o de não colocar a cebola processada na carne já cozida, porque não ia cozinhar. Deu pra sacar o script? O negócio é fazer notar que os Chefs alí são os 3 jurados, e que eles ensinam também além de julgar. Mas com tempo contado isso fica meio complicado, né? São os 3 Aparecidinhos no fim das contas.
Hora da zona! A euipe azul servirá Purê de batata com carne moída e vegetais (a idéia das almôndegas foi descartada). O prato vai ser apresentado como uma carinha de palhaço. O time vermelho servirá Arroz com vegetais, almôndegas com cenouras e molho de queijo. Chegam as crianças para a bóia, com direito a gritaria, fila desordenada, baderna, perguntas e dedinhos apontando pras coisas que não gostavam e não queriam comer. Malabarismo pra poucos, gente! Era o momento de vender o peixe, e com uma propaganda muito bem bolada, porque tinha coisa verde no prato! Eitaaa!! Jaime parecia conseguir fazer a função numa boa. Jamyly queria ser a fófi de novo, mudando a voz e falando com crianças do jeito que se fala com bebês, tentando convencer a molecada de comer a comida da equipe vermelha. Fake...
O purê de batata dos azuis parecia fazer sucesso. Algumas crianças reclamavam sobre a cenoura crua, mas curtiam as almôndegas do time vermelho. Começa a montagem das sobremesas com direito aos pitacos Chefísticos. A equipe vermelha entregou as suas primeiro. Ataque aos potes vermelhos, e a impressão foi que os pequenos comensais curtiram a Salada de frutas com chantily e raspas de chocolate. Azuis atrasaram um pouco, mas conseguiram chegar com seu Creme de iogurte e chocolate branco com manga e tirinhas de maçã quando as crianças terminavam a da equipe vermelha. A idéia do Jaime de fazer a sobremesa parecer um ovo frito assustou a molecada a princípio, mas logo o professor convenceu alguns relutantes a experimentar, e parece que agradou.
Hora da eleição do melhor grupo. As crianças correriam para o grupo que serviu a comida que elas mais gostaram. A equipe azul ficou com a maioria esmagadora, e saiu vencedora. Bacana o jeito do Jaime com elas, o cara deve mesmo ter veia e vocação para professor. Bagunça, gritaria, abraço coletivo! Como lider, Elisa foi elogiada por Flávio, e lógico que de Jamyly recebeu comentários azedos, tipo que ëla deveria ter "se dado um pouco mais". Bem a carinha da fófi do Amapá, né? Cantoria do coral da Fundação Cafú para os cozinheiros, e rumo à prova de eliminação.
A equipe perdedora recebeu carré de javali, limão siciliano e quinoa vermelha para criar um prato, e um teria que ir pra casa. Os ingredientes teriam que ser usados, obrigatoriamente. Esses foram citados como os ingredientes preferidos dos Chefs, que deram algumas dicas de utilização. Teve fófi tremendo na base por causa do javali, porque nunca tinham comido ou porque não sabiam como cozinhar essa carne.
Passadinha no mercadinho para pegar ingredientes e bóra pras bancadas de trabalho. Com uma hora para preparar os pratos, lá foram os competidores com suas cestinhas.
Elisa, entre nervosa e segura, mas bem determinada nesse ponto da competição, cortou seu carré e e começou a decidir como prepararia a quinoa.
A fama de Jamyly a precede; Elisa é outra que pensa como Jaime a respeito da concorrente, e deixa clara sua opinião no depoimento dos bastidores, dizendo que está mais tranquila por Jamyly estar em seu grupo pelo fato de achar que Jamyly é quem pior cozinha entre os competidores que estavam na prova eliminatória, que ela não poderia escorregar, e teria que torcer para alguém fazer uma cagada (Palavras de Elisa! Dessa vez a boca suja não é minha não! hahahahahaha!). Luis estava um tantinho inseguro, mas mesmo assim tranquilo.
Chefs conversando, o Jacquin fala sobre como prepararia um prato com os ingredientes dados aos competidores. No camarote da Cecília, o fato de Jamyly estar fazendo caca ao tirar a gordura do javali não passa despercebido, e o comentário é sobre a possibilidade, e a quase certeza, de que a carne ficar seca. Jaime rí e torce mesmo pra ela fazer uma meleca. Cecília ainda solta um "coitada!". Ah vá! Hehehe Vai que dá certo né? Tem que tentar... (venenosa eu!) No fogão, Jamyly tinha sua carne numa frigideira para selar, e depois ir ao forno. Acho que ela não prestou atenção quando o pit-chef disse que javali tinha uma carne magra, e estava fazendo o que faria com uma carne de porco ou cordeiro. Se mostrava muito confiante na confecção do seu prato. Jaime confirma para Ana Paula Padrão que está mesmo é torcendo para que Jamyly saia do programa, e acaba dizendo que ela deu uma de coitadinha, fez um personagem, etc., e diz que ele pode parecer caricato mas quem o conhece sabe que ele é aquilo mesmo. Shun-Li diz que ele vestiu a carapuça porque quis... Olha só, pelo que eu ví, ele não fez isso não, mas posso estar com a impressão errada, né? Vai saber, cada um vê de um jeito, e eu comento aqui o que eu estou vendo como espectadora.
Flávio não parece ter muita certeza de como a carne se comporta, e descreve, inseguro, para o rotundo Jacquin e a pentelha Paola o que decidiu fazer com os ingredientes. Com as caras e bocas dos Chefs e os comentários sobre sua idéia, muda tudo na hora.
O dilema da quinoa assombra Jamyly e Luis. Ela tem pouco tempo e não começou a preparar o grão, e Luis não consegue se decidir sobre como servi-la, já que testou algumas maneiras de preparo. Elisa e Flávio optaram por usa-la como arroz... Paola fica tooooda contentinha quando vê que Jamyly decidiu fazer uma farofa usando gordura de javali, dizendo para Jacquin aquilo era brasileiro, só pra ouvir na sequência que precisava ver se era Master Chef, que a comida tinha que ser boa, não era a nacionalidade que estava em questão. Ha!! Boa! Mesmo porque o que Jamyly não contou foi que ela faria a farofa com a quinoa, e só.
Cecília não se conformava com o fato de Javalyly... OPS!!! Digo, Jamyly, não ter nem hidratado a quinoa para fazer a farofa! No camarote, tanto Cecília quanto Mohamad faziam os seus comentários sobre os erros e marcadas da guria do Amapá num volume um tanto alto, e foram alertados por Jaime que eles podiam estar dando dicas para a concorrente, e que se fossem eles alí cozinhando, ela não estaria nem aí, que tinham mesmo é que deixa-la dar um tiro no próprio pé.
Lá vão novamente a gazela argentina e o sapo-boi-française, de braços dados, atormentar mais alguém. A vítima da vez foi Elisa. A primeira pergunta foi sobre o queijo, que a guria não sabia se ia mesmo usar, depois foi por que tanto javali, que Elisa ainda tinha que descobrir o ponto certo. E em seguida foi sobre a cor do javali, que estava pálido, parecia "doente". Saíram da frente da bancada sem dar dicas, dessa vez, mas Elisa sacou qual era a dos comentários, e decidiu selar o bicho por mais tempo, e deixar menos no forno. Acaba que os 3 Chefs-Aparecidinhos ficaram elogiando a atitude da fófi. Paola comentando como ela tinha melhorado e tal... Elisa seguia experimentando a carne, testando, se enturmando com o javali. Os Chefs teciam comentários positivos sobre Flávio, Luis e Elisa, dizendo que trabalhariam com eles, e até com Jamyly numa equipe de restaurante.
Faltando dois minutos, corrige-se do jeito que é possível o que precisa ser corrigido, rola o corre-corre de costume, aflição geral! Uma hora cravada, deu!
Ergue-ei as mã-ãos... e dai glória a De-eus! Valei-nos Padre Marcelo!
Julgamento. Elisa é a primeira a apresentar seu prato: Javali ao molho de limão e vinho branco com quinoa refogada. Fogaça é quem começa a degustação e avaliação, pergunta se ela provou a carne para saber do ponto, Elisa respondeu que sim, e chega Jacquin, que já invocou porque a fófi falou demais para explicar um prato simples. Bah! Chato da peste! Mastigou, mastigou, e saiu com cara de "Não sei". Paola provou e perguntou se Elisa tinha provado do molho. Novamente, a resposta é afirmativa. Fogaça aconselha Elisa a ter mais confiança na execução para não chegar lá na frente com dúvidas. Afirmou que o prato estava simples, bem decorado, bonito e saboroso, mas que talvez não fosse o melhor. Como assim, Chef?? Era o primeiro que você estava provando! Como é que põe em dúvida o prato em comparação com os outros que ainda nem provou?? Saco hein, velho? Jacquin frisou a importância de ela exaltar o prato, pra que eles tenham vontade de comer. Acabou por elogiar o prato da mocinha. Paola fez suspense pra dizer que o molho estava sensacional! Ela gostou de tudo, e acrescentou que Elisa havia feito um prato de restaurante. Elisa, é óbvio, ficou feliz da vida, enquanto já dava pra ver Jamylyuma lágrimas lá no fundo ficando cabisbaixa, decepcionada. Tsc, tsc, tsc! Perguntada por Padrãozinha se algo negativo fora dito do seu prato, Elisa respondeu que o comentário fora de que ela ERA insegura. No passado, viu? Boa, Elisa! É isso aí! Sorrisão e thumbs up da visivelmente orgulhosa Helena para a bonitinha.
Carré de javali ao molho cítrico com quinoa refogada e cogumelos foi o prato que Flávio levou aos Chefs-jurados. Assim que o f'ófi terminou de explicar o rebuscado prato, Paola perguntou sarcasticamente se não tinha mais ingredientes no mercado. Risinho nipônico bem sem-graça como resposta. Jacquin diz para a hermana que Flávio teve pouco tempo (no mercado), virou o carré e já saiu criticando o fato de Flávio ter deixado muita gordura, explicando que quando se faz uma crosta, deixa-se menos gordura. O francês pergunta se o rapaz acha que molho holandês combina com porco, prova do prato, e comenta que tem coisa demais, muita mistura de sabor. Fogaça conta sete ingredientes no prato, já com cara de poucos amigos. Após provar, as perguntas de costume sobre se o competidor havia provado, e a resposta afirmativa, mas não para todos os elementos do prato. O pit-chef afirma que um vai sair um naquele dia. Jacquin comenta sobre os dois cortes da carne, e parece contrariado com a "borboleta de javali" de Flávio, dizendo que o moço perdeu tempo fazendo coisas inúteis e não conseguiu chegar ao ponto certo com o carré. Disse que a idéia de fazer inteiro no forno era boa, mas demora para assar, e que o molho holandês deve ser servido separado. Elogiou o tempero, mas criticou a mistura de sabores, todos juntos. Fogaça também elogiou o tempero, dizendo que o moço tem mão boa, mas criticou o excesso de coisas no prato, que chamou de "show de horrores". Flávio entrou na fila dos julgados com a bola murcha!
Luis foi o próximo, com seu Javali ao molho de limão na cama de quinoa e cogumelos. Paola apenas fez perguntas enquanto provava do prato e dirigiu olhares inquisidores ao competidor, saindo calada para dar lugar ao pit-chef. Foguinho Fogaça faz as perguntas costumeiras, tipo se o cara provou de tudo, se gostou da quinoa e dos cogumelos... Luis respondeu que sim, no que o Chef retruca que não sabe se está bom. Hmmmm... Precisam mudar esse script, essa encenação tá ficando batida! Chega Jaquin, o bipolar, já de cenho franzido, e faz uma força desnecessária para cortar a carne. Minha mãe diria que esse pentelho está "cheio de fazer micagens!". Olhou pra cima, mastigou, mastigou e ficou em silêncio. Paola faz cometários positivos sobre o prato, e diz que ele aprendeu direitinho com Jacquin e mentiu bem, referindo-se à descrição de "al dente" que Luis deu para o ponto da quinoa, mas disse que tem que tomar cuidado ao usar essa expressão italiana, porque o prato nunca mente. Fogaça achou a quinoa sem tempero e fora do ponto. Disse também que o cogumelo estava ruim, que foi desnecessário, e que esperava mais do moçoilo. Jacquin também fez críticas e salientou que ele já esteve a perigo, que só foi salvo porque Sandra colocou sal no gâteau.
Chega a vez de Jamyly, a lacrimosa, com seu Javali marinado com limão e farofa de quinoa. O prato estava muito bem apresentado, achei a decoração bonita. Nervosa, ela explicou para Fogaça como seu prato foi preparado. Fogaça logo apontou a falta da gordura da carne, que ao ser cortada aparentou rigidez. O Chef perguntou se aquilo (que era a quinoa) era a farofa. A redução de vinho colocada no prato em forma de gotinhas estava em ponto de bala segundo o Chef, e Jamyly afirmou que era isso mesmo que ela queria (sei!). Após provar a carne e a farofa, não precisou muito para notar que ele ficou insatisfeito. Jogou os talheres de volta debaixo da mesinha de provas e deu lugar ao Jacquin, que fez questão de já sair borrando com o garfo os pingos de bala da fófi, e foi para a suposta farofa. Provou, pensou e disse que os grãos estavam crus. Comparou às sementes que se joga para as galinhas... Daí catou a carne pelo ossinho, deu uma dentada e jogou o resto fora. Paola chegou para provar a comida, e pelo barulho no prato (que poderia até ter sido feito de propósito pela Chef, mas não acho que tenha sido nesse caso), eu diria que deu ruim. A expressão da hermana ao provar da farofa não foi boa. Aliás, não demorou 5 segundos para que ela pegasse uma porção no garfo e desse pra Jamyly experimentar. Nem a autora do prato conseguiu disfarçar que não se agradou. Fogaça começou a discorrer a respeito de como ele sempre alerta aos competidores sobre experimentar, se familiarizar, entender os ingredientes. Nessa hora os cozinheiros do camarote comentam que viram Jamyly provando da quinoa, etc. Jaime comenta nos bastidores que se ela mente sobre coisas pequenas, que dirá por uma coisa grande, e que esse é um dos motivos da antipatia que sente pela fófi do Amapá... Fogaça continua com as críticas, falando que crocante é diferente de cru, e Jamyly ainda mastigando a tal farofa que não era farofa. Ui! A carne estava seca, a redução de vinho não dava para comer, mas a moça havia evoluído com as apresentações. Paola pergunta se Jamyly faria uma farofa com arroz cru, por exemplo. Mas se disse surpresa com a apresentação e elogiou a idéia do prato. A execução é que danou com tudo.
Decisão final. Os Chefs discutem os pratos, e Luis foi o primeiro em foco, e toda a falta de tempero do prato. Os Chefs acham que ele não está acompanhando a evolução dos outros... Os comentários sobre Flávio se basearam na quantidade massiva de ingredientes no prato. De Elisa foi dito que ela está melhorando cada vez mais. De Jamyly foi comentada a desculpa por não conhecer a quinoa e a suspeita de que ela ganharia ponto com os Chefs-jurados com a apresentação bonita, e que se fosse só pela foto, seria perfeito. Jacquin até foi irônico (ou assim me pareceu) dizendo que de repente ela até ganhasse "pelos olhos". Paola deu uma fulminadazinha de leve no francês com o olhar nesse momento.
Deliberação finalizada, Paola discorreu como um dos 4 pratos apresentados surpreendeu a todos pela idéia e execução boas, como os ingredientes brilharam e como estava tecnicamente perfeito. Quem ganhou os parabéns foi Elisa, enquanto Jamylynveja em pessoa torcia os lábios e parecia desapontada. Elisa, a fófi vencedora da vez, correu novamente pro abraço de comemoração debaixo de aplausos. Ah gente... ela mereceu! E sério, ela é fófi demais, mascotinha da turma, toda queridinha, não tem como não gostar dela né? Muito esforçada, mereceu muito os elogios! Caiu nos braços da "mamãe Helena" com todo carinho!
Fogaça já abriu pros restantes dizendo que eram os ruins. Pontuou os excessos de Flávio, a falta de tempero de Luis, e a beleza da apresentação contra a falta de temperos e alguns cozimentos no prato de Jamyly. Dos piores, Flávio saiu como o melhor; se não fosse pelo excessos, o prato poderia estar tão bom quanto o da Elisa. Ficando a dica, Flávio foi de volta ao camarote. Lá estava Jaime nos bastidores afirmando que seu desejo era que Jamyly saísse. Mas a guria queimou mesmo o filme com o professor hein?! Elisa era outra com dedos cruzados para que Luis ficasse. Queimadasso o filme da fófi do Amapá...
Jacquin está com a palavra final, e diz que nesse ponto, não se chora mais, veste-se a roupa de cozinheiro e deixa-se as emoções no vestiário, que as emoções atrapalham a comida (discordo até certo ponto, ma va bene!). Voltou à baila o assunto da diferença entre cru e al dente. Luis se safou dizendo que é muito pouca, que ele cozinhou em água, mas ainda assim a quinoa não chegou no ponto certo. Jamyly respondeu, por sua vez que... naaaa... se embananou e nada disse que fizesse sentido, coisas como "talvez ter que analisar mais a quinoa e provar mesmo". Oi?! Tem que rir, né? (Enquanto isso no camarote, todo mundo dizendo que "ela provou!", tipo, tá mentindo até agora, na hora do vamos ver! Outro tsc tsc tsc pra ela!)
Jacquin, então, diz que a diferença é que Luis ia ficar mais no programa, "porque al dente é melhor que o cru. Só por isso".
Aeee Jaime! Comemorando nos bastidores, guri! Hahahaha! E Jamylyumas mil lágrimas dessa vez, né fófis? Jaime lá no camarote dizia que ia bater palmas só por educação! Eita caceta! Hahahaha!
Os comentários finais dos chefs para a eliminada foram que ela evoluiu, foi uma candidata forte, etc. E para que ela continue cozinhando, etc. Jamyly já nos bastidores pós-eliminação não admite que se fez de coitada, diz que se fosse teria desistido na primeira porrada, etc., etc., novamente etc. Sem esquecer de dizer que continuou mesmo com todo mundo criticando-a, jogando-lhe pedras... e que se aconteceu isso com JESUS, por que é que não aconteceria com ela?? Ah, me poupe! Já tá saindo, e me sai com essa? Come on!! Desnecessário, né? Elisa deixou bem claro que a fófi fez isso sim, e que ninguém precisa se valer disso pra chegar a algum lugar, e que todo mundo já estava meio "de saco cheio" dessa postura de Jamyly.
Ana Paula fez questão de chamar Jamyly para lavar a alma e dizer para os companheiros qual foi o maior erro da guria. Ela falou sobre "amar demais a terra e ter lutado por eles e por seu sonho". Mohamad lá no camarote não se fez de rogado e retrucou enquanto a guria bordava seus comentários em tripas de javali: "Eu amo a minha terra, eu amo onde moro, é de onde minha família veio." Boa Mohamad! Padrão ainda soltou a pergunta para Jamyly sobre ela ter vestido esse personagem com exagero, se ela era tão vítima e tão frágil como fez parecer no programa. Óbvio que a moçoila negou, e Padrão insistiu mais um bocadinho... A eliminada não deu o braço a torcer! Ana Paula bateu palmas, mas pra mim, aqui da minha poltroninha, não foi porque acreditou, mas porque estava na hora de dispensar a fófi de volta pro Amapá, do jeitinho que Jaime previu e torceu para que acontecesse! A fila anda! E foi! Semana que vem tem mais! Tá que é um funil só minha gente!! Quem será que passa por ele na próxima rodada hein?
Beijinhos e até já! :)
Aninha
www.cozinhandoideias.com.br
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Maratona entre panelas, praças de guerra e confusões! É pressão!
Passou rapidinho né? Semana passada rolou Teleton, aí pausa pra refresco no Cozinha sob pressão. Mas "ói nóis aqui travêêêiz!!" Eba!! :D
Então, ready? Set... Péra que antes vou explicar a provinha olímpica do revezamento com frango na cozinha: uma hora e quinze minutos no total é o tempo da prova. Cada competidor cozinha por 15 minutos em vôo solo, daí entra o próximo, e o carinha ou a bonitinha que está passando o bastão tem 15 segundos para dar as orientações necessárias, assim quem vem na sequência os pratos. E assim por diante até terminar o tempo, quando os pratos azuis competirão com os vermelhos. 5 minutos pra discutir idéias de pratos e foi! Agora sim: Go!!
E lá vão os times pras suas cozinhas! Arthur, o ligeirinho, encabeça a fila da equipe azul, e já sai desossando três frangos inteiros. Derileusa corre pra fazer a preparação do peito, coxas e sobrecoxas. Os dois deixaram o pré-preparo para a entrada dos próximos cozinheiros. Na raia vermelha entra Carol, a arrumadinha, na azul entra Marcelo. Instruções a jato! Marcelo já sai tropicando mas se vira bem, Carol parece tranquila. Pá-pum! Foi! Entram Dani e Diego para dar sequência aos pratos encaminhados pelos team mates. Ambos chegam com nervos expostos, Diego encontra sua raia toda zoada, quase não nota a casca de banana na pista! Dani parece se atrapalhar com a direção logo na saída, tonta e confusa. Diego saiu da rota, trocando o macarrão pela couve-flor, Dani rejeitou o atalho das coxas de frango preparadas por Derileusa, que já estavam no jeito, com os ossinhos à vista, e decidiu rechea-las! Perigo à vista! As equipes rezam para não azedar o leite! Tro-coooou! Instruções para Ronaldo e Bia, que se deslocam rapidamente pelas respectivas raias! Bia corre para finalizar a trilha trolada por Dani, e Ronaldo dá um jeito de correr com as batatas. Passam-se os bastões! Na pista, Samara e Marcel. Samara sai com os olhos já embaçados, mas lá vai a fófi o mais rápido que pode! Marcel encontra a pista suja e bagunçada mas parece à vontade para finalizar o que a trupe deixou para trás. Autorizados a falar com o corredor em ação, as equipes começam a dar toques e instruções. Marcel é alertado sobre a forma deixada na chapa quente pelo Ronaldo, o deslizante. Samara não consegue entender o que as gurias lhe dizem, quase que todas ao mesmo tempo, excitadas e mais atrapalhando do que ajudando a performance da companheira de equipe! Mas a fófi, mais equilibrada, consegue manter o foco apesar da ansiedade, e segue em frente para a reta final.
Fim da linha para as duas equipes, e os pratos são trazidos para julgamento. 3 contra 3. Na bancada do Chef Bertolazzi, chegam os primeiros pratos. Representando a equipe vermelha, Purê de batata roxa com queijo de carbra e coxa recheada. Achei bem apresentado, e parecia apetitoso! Arthur trouxe seu prato, e juro por Deus que não conseguí entender o que ele falou. O QUE de frango?! Mas era com molho barbecue, e tinha chips de batata doce. Arthur, fala direito! Hahahaha! Tá doido, ô guri pra falar pra dentro, seu! Nos comentários gravados, o carequinha ligeirinho mencionou a coxa da asa, então é isso, né? ( Mas que cazzo que ele falou pro Bertz, porque não deu pra ouvir nada parecido com isso, gente! Que aflição!!! De repente tô virando a tia surda dos almoços em família de domingo! hahahahaha!!)
O Chef Carlos Bertolazzi curtiu os dois pratos, mas julgou o da equipe vermelha melhor que o da azul. Pontooo! Ponto pra equipe vermelha! E as fófis vibram!
Segundos pratos à bancada de julgamento. Vermelho, Frango com curry e arroz de coco. O prato azul era um Frango ao açafrão com um toque de aniz estrelado, e couve-flor roxa sauté. O açafrão era o "da terra", viu? Mais conhecido como curcuma, ou tumérico... Eu curto muito! Equipe azul supera a simplicidade e bom preparo do prato da vermelha, e leva o ponto pela complexidade das especiarias, pelo acompanhamento e apresentação do prato.
E lá vem o último prato! Tacada final, e desempate! Apresentado pela equipe vermelha, o prato tinha Sobrecoxa com crosta de pimenta de cheiro e legumes na manteiga. Azuis trouxeram o prato decorado com fios de spaghetti fritos, temperados com sal e pimenta do reino preta moída, que Bertz já provou de cara, e curtiu. O prato era Coxa cozida no vinho e legumes, servida ao próprio molho, e crocantes de batata asterix. Após provar, a decisão foi que o empate continuou. Os fófis todos, mais faceiros que mosca em tampa de xarope, foram jogar golf com o Chef Bertolazzi. Finalmente os guris tiraram uma folga da labuta na cozinha, hein?! Tadinhos! Destaque para quem?? Derileeeusa! Hahaha! A doida foi jogar golf de sandália rasteirinha, pode isso? Essa é a Derileusa! Me divirto! E para Marcel, que não acertava o buraco nem com reza braba! Se esbaldaram a tarde toda.
Como tudo que é bom uma hora acaba, "tudo de vorta pra lida!". Tablets com cardápios distribuídos, combinações de sempre, distribuição de funções, reconhecimento do terreno escorregadio do serviço de todo dia, né?
Logo de cara Diego se atrapalha com os gnocchi de semolina, e pede ajuda aos companheiros. Justo ele que tem empresa que faz sei lá quantos tipos de gnocchi, acaba pegando pela frente um tipo que não faz há bastante tempo... Frustração, né? Os bonitinhos não tiraram as dúvidas antes com os Chefs, marcaram touca. A marcada do lado vermelho foi com a demora do mis en place. Entra em cena Ronaldo, errando o preparo do rosti de legumes. O nosso Dexter de plantão inverteu a ordem de preparo, ralando os legumes antes pra cozinhar depois. Claro que deu caca. Aparentemente as equipes estão com seus pré-preparos em ordem, então é hora do Chef Bertz reunir o povo e dar as instruções para o serviço da noite.
Para aquele serviço, as equipes teriam lideres, que o próprio Chef escolheu: Daniele e Ronaldo, que tiveram 30 segundos para pensar em como distribuiriam as praças. Ronaldo escolheu Diego e Marcel para as entradas, Arthur para o primeiro prato, e ele mesmo e Marcelo para as carnes. Bia e Carol foram designadas por Daniele para cuidar das entradas, ela mesma para massa e gnocchi, Derileusa e Samara para o prato principal. Os líderes teriam que coordenar as equipes e garantir a sincronia da chegada dos pratos.
Começa o serviço, e Ronaldo começa na função se atrapalhando, não muito atento, e os rapazes já levam bordoada do Chef por causa da polenta, que não deram para ele provar antes de colocar no prato. E quando Bertz pediu a polenta, cadê? Na panela, em processo de confecção. Ai ai... O Chef prova do prato mesmo, e dá-lhe mais chamada! Estava ruim, e Diego teve que fazer mais, em quantidade, não apenas para um prato, sem esquecer de levar para o Chef provar a aprovar antes! Mas será o Benedito? Como é que só faz a quantidade para um prato? Que cozinheiro é esse??
Polenta aprovada, as entradas dos moçoilos começaram a sair e nenhuma voltou.
Enquanto isso, na cozinha vermelha, as gurias se atrapalhavam com as entradas, que demoraram demais para sair, atrasando o serviço do primeiro prato. Mas elas agiram rápido, agilizaram o preparo e os pratos começaram a chegar no tempo certo ao balcão. Ganharam até parabéns do Chef!
Os gnocchi dos azuis estavam uma brabeira, tanto que Bertz mandou corrigir, dar um jeito, porque não daria para servir aquilo. Arthur correu para remediar a situação, tentou, mas não rolou. Bertz mandou avisarem a todas as mesas da cozinha azul que não serviriam gnocchi, e que o penne seria o primeiro prato. Muito P da cara, adicionou para os cozinheiros um seco "Sem comentários!". Vexame hein? Ronaldo foi incumbido de ir pedir descilpas, mesa por mesa.
As gurias estavam com a massa e os gnocchi atrasados, e acabaram por levar chamada de Bertz também. Haja paciência hein chef? Que dureza! Samara acabou por errar o preparo e o ponto do penne, e teve que refazer, do zero! A fófi decidiu não deixar a líder liberar os pratos enquanto não estivessem perfeitos; demorou mais, atrasou, mas compensou no final. Bertz elogiou os pratos, e de lambuja levou as gurias para ver o comentário de uma mesa: aplausos para as cozinheiras. E mais, receberam um "obrigado" do Chef, em alto e bom som! Eita que tão podendo hein?!
De volta ao campo de batalha azul, lá estão os fófis se esmerando no embananamento! O rosti de Ronaldo estava uma caca, por culpa do próprio que não prestou atenção nas instruções do Chef. Recontagem: gnocchi cagado (pardon my french!) de Diego, rosti errado de cabo a rabo, além de queimado, do líder Ronaldo! Afff... e o Dexter ainda insiste em levar para Bertz pratos montados com o rosti dos infernos! Berros!! Marcel interfere e insiste que aqueles eram os que estavam menos queimados... Putz! Ainda me acrescenta que não estavam com gosto de queimado! Minha nóóóóóssa!!! Bertz espumou que nem cachorro louco! Fala sério, o que é que os caras têm na cabeça? Água de coco, titica de galinha ou algodão doce? Não têm noção do perigo, não?? Esse Marcel é outro casca que logo logo vai ser colocado no lugar dele direitinho! O cozinheiro ainda quer entrar em treta de bater boca com o CHEF?? Isso ainda vai azedar, vai vendo...
Ronaldo como líder foi uma desculpa pobre para cozinheiro de churrasquinho de gato de frente de mercado de pulgas, viu? A situação acontecendo, cozinheiros mobilizados por causa do rosti ruim dele, mimadinho batendo boca com o Chef, e ele lá olhando! Como o próprio Bertz disse, não seria melhor preparar tudo de novo ao invés de ficar discutindo sobre um prato queimado? Já viu tudo né?
Então Daniele caiu na fogueira também, quando Bertz pegou-a lavando pratos ao invés de comandar e coordenar. Deu problema de confusão com número de pedidos, Daniele se enroscou, toda confusa, e levou chamada! Do lado azul, Ronaldo se perdia com pedidos e mesas também. Baguuuunça danada!
Final de serviço, e Bertz tece crícitas e elogios para a equipe vermelha. Para a azul, ressaltou a importância de um bom pré-preparo. Ronaldo e Daniele tiveram que escolher dois nomes para eliminação de cada equipe.
As duas equipes confabulam, discutem nomes... E os escolhidos são: da equipe azul, Diego e o próprio Ronaldo, um pelo Gnocchi do terror, e o outro pelo desempenho ruim, falha na função, rosti dos infernos, etc., etc., etc. Da equipe vermelha vão Samara e a própria Daniele pela liderança não tão boa, falta de comando, as confusões com pedidos, e Samara pelo penne que atrasou e precisou ser refeito, e a decisão de não acatar a ordem da líder. Os competidores na berlinda se desculpam, recitam suas razões para permanecer no programa, o de sempre.
Não foi tarefa difícil para o Chef Carlos Bertolazzi enumerar as caquinhas que os 4 haviam feito na cozinha naquele serviço. Motivos não faltaram para que os fófis estivessem onde estavam, de cara pra eliminação, né? Mas a vergonha, a pataquada de deixarem de servir um dos pratos no menu e passar carão, pagar mico, foi um motivo muito forte. Acabou que a decisão ficou fácil, e Ronaldo está fora. Choroso, nosso pequeno Dexter entregou a Dolma. Claro que dá peninha... ele é fofo, bonzinho... Mas não dá pra cometer erros como os daquela noite se a intenção é ser Chef de cozinha, è vero? Va bene! Boa Sorte pro Ronaldo, um pedacinho do caminho ele já andou; agora é não desistir.
Curti o programa desse 15 de Novembro, gente, foi bacana mesmo! E pô Bertz! Demorou, mas a paciência deu sinais de fuga hein queridão?! Hahahaha A-do-ro! Semana que vem tamos aí!
Beijinhos pra todos e até já! :)
Aninha
www.cozinhandoideias.com.br
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